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Francisco de Assis e a prece

Por Paiva Netto

Imagem: Jametlene Reskp / Unsplash

Em 4 de outubro, comemoramos o Dia de São Francisco de Assis, patrono da Legião da Boa Vontade e, costumamos chamar, Santo do Ecumenismo. O caridoso da Úmbria deve ser lembrado, principalmente, pela coragem que teve de vencer o egoísmo reinante em sua época (e em todos os tempos), reformando as Almas pelo exemplo de renúncia e amor ao próximo.


A grandeza do “Poverello” reside no ter-se integrado, abnegadamente, à Divina Vontade do Cristo. É, portanto, o melhor caminho para todos nós. Aspirações nobres pressupõem supinas responsabilidades, que só podem ser levadas a bom termo quando a inteligência do Plano Espiritual permear as decisões humanas, não somente na Religião, mas na Política, na Ciência, na Filosofia, na Arte, no Esporte, enfim, em todos os aspectos humanos e sociais, porque nenhum deles pode prescindir da inspiração do Alto.


Aí o papel da oração, à qual todos devemos recorrer, não apenas nos momentos de dor, mas como exercício diário para o fortalecimento do Espírito e o refinamento da nossa sintonia com o Pai Celestial.


Nunca é demais, pois, transcrever a magistral prece de São Francisco de Assis, que o saudoso fundador da Legião da Boa Vontade, Alziro Zarur (1914-1979), deixou, à posteridade, imortalizada em sua voz. Ela alenta os corações de milhões de ouvintes e telespectadores da Super Rede Boa Vontade de Comunicação:

“Senhor, fazei de mim um

instrumento da Vossa Paz;

onde haja ódio, consenti que eu

semeie Amor;

perdão, onde haja injúria;

fé, onde haja dúvida;

verdade, onde haja mentira;

esperança, onde haja desespero;

luz, onde haja treva;

união, onde haja discórdia;

alegria, onde haja tristeza.

Ó Divino Mestre!

Permiti que eu não procure

tanto ser consolado quanto consolar;

compreendido quanto compreender;

amado quanto amar.

Porque é dando que recebemos;

perdoando é que somos perdoados;

e morrendo é que nascemos para a

Vida Eterna”.



José de Paiva Netto, escritor, jornalista, radialista e poeta. É diretor-presidente da Legião da Boa Vontade (LBV), membro efetivo da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e da Associação Brasileira de Imprensa Internacional (ABI-Inter). Jesus, a Dor e a origem de Sua Autoridade. Saiba mais em www.paivanetto.com/livros.

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