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  • Redação JBA

Tratamento e prevenção de doenças, inclusive câncer, adotando medicina complementar/integrativa

Por Osanna Esther Codjaian


Philip J Goscienski, médico norte-americano citou que “A genética carrega a arma, o estilo de vida puxa o gatilho”. É uma grande verdade. Será seu estilo de vida e suas opções que vão determinar a sua saúde ao longo da vida.


O que vamos abordar aqui é a importância em todo o processo da Medicina complementar e ou, como defendem alguns, Medicina Integrativa.


O corpo humano é como uma engrenagem complexa e desafiadora. Se algo não vai bem, todo o resto pode ser afetado. Por isso é essencial que o tripé corpo, mente e espírito recebam cuidados concomitantemente. Já é lugar comum dizer que temos de ter alimentação saudável, fazer exercícios físicos com regularidade, praticar a espiritualidade, seja qual for a sua religião e fugir do estresse a qualquer custo.

Cuide do corpo, da mente e do espírito

De acordo com um estudo publicado na revista científica British Medical Journal (2017), pessoas que sofrem de depressão ou ansiedade correm maior risco de morrer de alguns tipos de câncer, por exemplo.

Outros estudos já demonstraram que ao cuidar do corpo, mente e espírito, você pode evitar muitas doenças e, no caso de tê-las, poderá superar e até se curar mais rapidamente. A Medicina complementar/integrativa terá papel importante na prevenção, tratamento, e evitar a volta da enfermidade, inclusive o câncer.

Então a Medicina complementar/integrativa deve substituir a convencional no caso de câncer? Nunca! A Medicina completar/integrativa vai trabalhar junto com o tratamento já consagrado.


A Sociedade Internacional de Oncologia Integrativa fez recentemente uma revisão que foi referendada pela American Society of Clinical Oncology (ASCO) recomendando procedimentos como meditação, yoga, acupuntura, musicoterapia etc. como auxiliares no tratamento de sintomas como estresse, depressão, fadiga, náuseas, dores crônicas, e outro efeitos colaterais resultantes do tratamento de câncer. São inúmeros os exemplos: acupuntura para dor, ioga e meditação podem aliviar as tensões durante o tratamento, o exercício da fé, para uma cura mais rápida e efetiva. Nesse quesito, é unânime na classe médica que pessoas positivas e com alto astral enfrentam melhor qualquer doença, inclusive o câncer. É preciso ter uma religião? Não!


É necessário ter fé, positividade, gratidão e acreditar.


Em todos meus anos de profissão, tratando pacientes com câncer, este realmente é um grande diferencial: ter fé na cura. Para comprovar a teoria, não são raros os casos na literatura médica que apontam o misterioso sumiço de um câncer já em estado avançado. Relatos de pacientes desenganados que, ao adotarem uma outro postura perante a vida, sobreviveram por mais tempo, sem explicação da ciência. A nossa mente tem muito mais força do que podemos imaginar.


Qual seria o segredo? Cuide como nunca do tripé: corpo, mente e espírito. Se perdoe, não tenha raiva ou sentimento de vingança, tome sol, fuja do sal, encare o medo de frente e, principalmente, faça de tudo para ser feliz.


Osanna Esther Codjaian é médica, radioterapeuta, pós graduada em Neuro e Uro oncologia. Apaixonada por Medicina Complementar. Intagram: @osannaeb

Facebook: /osannaeb


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