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  • Redação JBA

Prefeitura tem operação estruturada para casos de monkeypox na capital

No dia 23 de junho, a OMS decretou emergência de saúde pública, de caráter global, para a doença

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) está com toda a operação de atendimento, diagnóstico e monitoramento em pleno funcionamento para o atendimento aos casos de monkeypox (varíola dos macacos). No dia 23 de junho, a Organização Mundial da Saúde (OMS) decretou que a doença é uma emergência de saúde pública, de caráter global.


Com a nova realidade internacional, busca-se aumentar a coordenação entre os países e reforçar os mecanismos de busca ativa, com o objetivo de implementar medidas que ajudem a conter a circulação global do vírus.


O atendimento para os casos com suspeita de monkeypox está disponível em toda a rede municipal de saúde, como Unidades Básicas de Saúde (UBSs), pronto-socorros e pronto atendimentos. A rede foi capacitada e conta com insumos para coleta de amostras das lesões cutâneas (secreção ou partes da ferida seca) para análise laboratorial.


Até esta sexta-feira (22), a cidade contabilizava 442 casos registrados, sem sinais de agravamento. Desde os primeiros alertas da OMS para a monkeypox, a Prefeitura de São Paulo, por meio da SMS, instituiu protocolos para toda a rede pública e privada sobre o atendimento dos casos suspeitos.


Com isso, a Coordenadoria de Vigilância em Saúde (Covisa) passou a orientar as unidades para a identificação e monitoramento precoce dos casos e fluxo de diagnóstico laboratorial para confirmação, bem como orientações sobre o isolamento dos pacientes com diagnóstico positivo a fim de conter da proliferação da doença.


O monitoramento dos contatos para verificação do aparecimento de sinais e sintomas de monkeypox é realizado pela UBS de referência. Não há necessidade de quarentena dos contatos assintomáticos.


São considerados suspeitos da doença os indivíduos de qualquer idade que a partir o último dia 15 de março tenham apresentado início súbito de erupção cutânea aguda, única ou múltipla, em qualquer parte do corpo, incluindo a região genital. Pode ou não estar associada com febre, dor nas costas e dor de cabeça, entre outros sintomas.


Também deve ser levado em conta o histórico de viagem a um país endêmico ou países com casos de monkeypox nos 21 dias anteriores ao início dos sinais e sintomas, além do contato com pessoas que tenham viajado a esses locais.


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