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Pelé me daria a impressão de ser um santo e o Paulo Coelho a de um demônio

Por Fernando Jorge

Crédito: redação JBA

Segundo o Pantheon, projeto elaborado pelo MIT, Instituto de Tecnologia de Massachussetts, nos Estados Unidos, os dois brasileiros mais conhecidos em todos os países do mundo, são Pelé e Paulo Coelho.


Vou agora apresentar um fato indiscutível. Ao longo da minha vida de escritor e jornalista, jamais critiquei sem mostrar a Verdade com V maiúsculo. Se critico, provo documentadamente. Fiz isto também como jurado dos programas de televisão do Flávio Cavalcanti, Bolinha e Carlos Aguiar.


Do ponto de vista literário provei num livro que o Paulo Francis era plagiário, racista, autor de notícias falsas e um difamador de honras alheias. Este meu livro se intitula Vida e obra do plagiário Paulo Francis – O mergulho da ignorância no poço da estupidez e já está na terceira edição, lançada pela Geração Editorial.


Vou agora salientar uma coisa. Pelé, além de ter sido o maior jogador de futebol, possuía dupla inteligência, tanto na sua cabeça como nos pés. Ele nunca ofendeu ninguém, nunca fez críticas estupidas, como o péssimo escritor Paulo Coelho, que goza de imerecida fama no Brasil e no mundo. E por que estou dizendo isto? Explico e não complico.


Paulo Coelho criticou, ou melhor, atacou Jesus Cristo. Acuso e provo. Numa entrevista concedida ao jornal inglês The Guardian, esse homem garantiu, Jesus Cristo foi politicamente incorreto, do início até o fim. Na opinião dele, o Salvador tinha uma “intensa vida social”, à semelhança de um grã-fino, gostava de beber, pois transformou a água em vinho e não o vinho em água. Em resumo, foi um “boa vida”.


É desnecessário mostrar que tal afirmativa é blasfêmia, imundice expelida pela boca do dono de uma alma nojenta.


Pelé, se ficasse perto de Paulo Coelho, me daria a impressão de ser um santo perto de um demônio.



Fernando Jorge é jornalista, escritor, dicionarista e enciclopedista brasileiro. Autor de várias obras biográficas e históricas que lhe renderam alguns prêmios como o Prêmio Jabuti de 1962. É autor do livro “Eu amo os dois”, lançado pela Editora Novo Século.

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