top of page
Buscar

'Mamma Mia!' chega a São Paulo em curtíssima temporada

‘MAMMA MIA!’ é um fenômeno popular por onde passa, desde a sua estreia, em 1999, em Londres, onde segue em cartaz com lotação esgotada contínua nessas duas décadas. Criado a partir do cancioneiro repleto de hits do grupo ABBA, o musical seguiu trajetória de sucesso da Broadway (EUA) e foi traduzido em mais de 14 línguas, batendo um recorde de público de 42 milhões de espectadores.

Foto: Caio Gallucci

Uma nova versão brasileira do musical, assinada por Charles Möeller & Claudio Botelho, em montagem que marca o reencontro da dupla com a produtora Aventura, de Aniela Jordan e Luiz Calainho, repetiu o êxito e teve todos os seus mais de 50 mil ingressos vendidos na temporada carioca, que foi prorrogada duas vezes – os tiquetes se esgotaram um mês antes da última sessão – e durou dois meses além do previsto.


‘Mamma Mia!’ chega agora aos palcos de São Paulo, para uma curta temporada no Vibra São Paulo, de 21 a 28 de julho.


A união de Möeller & Botelho com a Aventura já foi responsável no passado por montagens icônicas, como ‘A Noviça Rebelde’, ‘7 – O Musical’, ‘Gypsy’, ‘Hair’, ‘Um Violinista no Telhado’ e ‘O Mágico de Oz’. “É uma felicidade retomar a parceria com Charles e Claudio em um musical tão solar e icônico” diz Aniela Jordan, diretora artística da Aventura.


O musical se passa em uma ilha grega e conta a história de Sophie, uma jovem que está prestes a casar e convida três ex-pretendentes de sua mãe para o evento, na tentativa de desvendar o mistério que ronda a sua paternidade. É neste clima de romance e comédia em que aparecem as conhecidíssimas cançoes do ABBA, como ‘Dancing Queen’, ‘Mamma Mia’, ‘The Winner Takes it All’, ‘Money, Money, Money’, entre muitas outras.


Um novo olhar para um novo clássico


Assim como em todos os musicais de Möeller & Botelho, a nova versão de ‘Mamma Mia!’ não é uma réplica, ou seja, tem uma encenação original, sem compromisso com a montagem estrangeira. Após 17 anos, Charles Möeller voltou a assinar a Cenografia e o Figurino de um espetáculo, além – é claro – da direção. No passado, a função lhe rendeu prêmios como Shell, APCA, Mambembe e Apetesp, em espetáculos como ‘O Casamento’ (1997), ‘O Concílio do Amor’ (1989) e ‘Ópera do Malandro’ (2003).


Com a pandemia, Charles voltou a pintar e a desenvolver maquetes e estudos de cenários, mergulhando novamente na direção de arte, função que nunca deixou de desenvolver em todos os seus espetáculos. Para recriar a ilha grega em que se passa a ação, ele projetou uma cenografia que remete ao casario praiano do local, com casas brancas recortadas e um estudo profundo sobre tonalidades de azul, predominante no projeto.


‘Nunca vou esquecer da sensação de catarse que tive quando vi ‘Mamma Mia!’ em Londres, há muitos anos atrás. Estava muito frio lá fora, mas dentro do teatro estava todo mundo naquele calor da Grécia, uma plateia em êxtase. Nos agradecimentos, você já começa a cantar junto, é realmente contagiante. Eu imagino que seja um espetáculo do qual estamos precisando muito agora, nesse momento de volta, de retorno, após tantas tragédias e tanto luto’, analisa Charles, que ressalta a excelência e a absoluta pertinência do texto do musical.


Ainda que muitos conheçam o espetáculo por conta da força e da popularidade das cançoes do ABBA, ‘Mamma Mia!’ é um musical escrito por uma mulher na década de 90 que antecipou temas muito presentes do debate público nas décadas seguintes. Questões como empoderamento feminino e liberdade sexual são o ponto de partida da história central da peça, construída em cima de um embate entre a mãe defensora da liberdade com a sua filha, que quer casar e seguir uma vida mais convencional.


‘A protagonista (Donna) é uma mãe muito moderna. Ela fala para a filha não casar e viver a vida, se aventurar. É uma mulher que não dependeu da instituição masculina para criar a sua filha e viver a sua vida. Tem gente que não conhece o musical e diz que é uma bobagem, mas isso é uma mentira: ‘Mamma Mia!’ é um musical escrito por uma mulher, em um texto tecnicamente perfeito, feminino e feminista’, ressalta o diretor.


MAMMA MIA!


Um espetáculo de Charles Möeller & Claudio Botelho

Direção, cenário e figurinos: Charles Möeller

Versão Brasileira: Claudio Botelho

Coordenação artística: Tina Salles


Elenco: Claudia Netto (Donna Sheridan), Maria Clara Gueiros (Tanya), Gottsha (Rosie), Maria Brasil (Sophie Sheridan), Diego Montez (Sky), Sérgio Menezes (Sam Carmichael), Fabrício Negri (Harry Bright), Renato Rabelo (Bill Austin), Tabatha Almeida (Ali), Marianna Alexandre (Lisa), Matheus Paiva (Pimenta), Victor Medeiros (Eddie), (ensemble), Fegab (ensemble), Martina Blink (ensemble), Larissa Landim, Breno Lucena (ensemble), Flavio Rocha (ensemble), Lucas Colombo (ensemble), Gabriel Querino (ensemble), Isabela Yunes (ensemble), Jade Ito (ensemble), Leo Rocha (ensemble), Sara Chaves (ensemble), Thiago Garça (ensemble).


Orquestra: Marcelo Castro (maestro/ piano 1), Thalyson Rodrigues (piano 2), Alexandre Queiroz (piano 3), Zaida Valentim (piano 4), Thiago Trajano (guitarra 1), Andre Dantas (guitarra 2), Omar Cavalheiro (baixo), Marcio Romano (bateria), Beto Bonfim (percussão).


Direção musical: Marcelo Castro

Coreografia: Mariana Barros

Iluminação: Paulo César Medeiros

Design de som: André Breda

Visagismo: Cris Régis

Direção de Produção M&B: Carla Reis

Direção de Produção Aventura: Bianca Caruso

Realização: M&B Produções, Aventura e Teatro Multiplan


VIBRA SP

Endereço: Av. das Nações Unidas, 17955. Vila Almeida - São Paulo

Dias e horários:

21/jul | Sexta, 16h e 21h

22/jul | Sábado, 16h e 21h

23/jul | Domingo, 16h e 20h

26/jul | Quarta, 21h

27/jul | Quinta, 21h

28/jul | Sexta, 20h

Duração: 120 minutos (intervalo de 15 min)

Classificação: 12 anos

A partir de R$ 38

Σχόλια


bottom of page