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Máscaras seguem obrigatórias nos serviços de saúde

Equipamento de proteção deve ser usado em locais como AMAs, UBSs e hospitais

O uso de máscaras de proteção continua obrigatório em um tipo de ambiente na cidade de São Paulo: os serviços de saúde, tanto públicos quanto privados. Em hospitais, Unidades Básicas (UBS), Assistências Médicas Ambulatoriais (AMA), prontos-socorros e outros equipamentos, o cidadão precisa usar o item como forma de proteção contra a Covid-19 e outros tipos de doenças transmissíveis por meio das vias respiratórias.


As máscaras são comprovadamente eficazes como barreira para o coronavírus, além de outros patógenos que podem circular nos ambiente hospitalares. Se de um lado existem pessoas que são assintomáticas para várias doenças, de outro existem aquelas que são imunossuprimidas, ou seja, possuem o sistema de defesa do organismo enfraquecido e estão mais sujeitas a infecções com agravamento do quadro.


Portanto, é importante manter máscaras descartáveis ou de tecido, para o caso de uma necessidade. O uso é recomendado, especialmente em horário de pico e para os grupos considerados vulneráveis, como idosos a partir dos 60 anos de idade e pessoas imunossuprimidas, por exemplo.


Após o uso por duas a três horas, é necessário descartá-las. Elas não devem ser jogadas na rua ou lixeiras públicas. O procedimento correto, para evitar contato com patógenos, é descartá-las em um saco plástico, que deve ser fechado na sequência e, só então, colocado junto ao lixo doméstico. O último passo, que é lavar as mãos cuidadosamente com sabão ou usar álcool gel, continua válido como um hábito a ser adotado permanentemente.

No caso das máscaras não descartáveis de tecido, a recomendação continua a ser lavá-las com sabão neutro, deixá-las de molho com alvejante ou outro desinfetante, secá-las e passá-las com ferro quente.

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