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  • Redação JBA

Lago do Parque Ibirapuera e as esculturas infláveis gigantes da 34ª Bienal de Artes

Quem passa pelo Ibirapuera já reparou na obra do artista Jaider Esbell, do povo Makuxi, exposta no lago: duas serpentes infláveis gigantes. O trabalho intitulado Entidades, tem 17 metros de comprimento e 1,5 metro de diâmetro. A obra é um dos destaques da 34ª edição da Bienal de São Paulo, que também acontece lá, no pavilhão Ciccillo Matarazzo. Entidades já foi exibida no Viaduto de Santa Tereza, em Belo Horizonte, parte do Festival Cura; e em Sorocaba, na Trienal Frestas, em cartaz até 30 de janeiro de 2022. A obra remete à figura da cobra grande, que por sua vez, é um símbolo de fartura e fertilidade, além de proteção aos povos indígenas.

Imagem: Bienal de São Paulo Flávio Andrade/Reprodução

Outro destaque é a obra Nos Erguemos ao Levantar Outras Pessoas’, instalação de Marinella Senatore com o grupo britânico Esprit Concrete.


A italiana e o grupo de parkour britânico se uniram numa obra dividida em duas partes: uma grande roda luminosa presa ao teto, que lembra um brinquedo de parque de diversão, onde se lê “nos erguemos ao levantar outras pessoas”, e uma instalação com alguns monitores no chão. Ali, passam vídeos de oficinas de movimentos do corpo realizadas com moradores da Cidade Tiradentes, na zona leste de São Paulo. A ideia é que os visitantes se inspirem e copiem esses movimentos.


A 34ª Bienal de Artes, que tem como tema “Faz Escuro Mas Eu Canto” vai até o dia 05/12 e a entrada é gratuita.

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