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Lúdico e divertido, Uma Carta Para Papai Noel estreia dia 14 de dezembro, em todo Brasil

Dirigido por Gustavo Spolidoro, único longa nacional natalino traz um Papai Noel mais humanizado


Foto: Divulgação

O mais aguardado filme de Natal do ano, UMA CARTA PARA PAPAI NOEL, dirigido por Gustavo Spolidoro, chega aos cinemas brasileiros em 14 de dezembro, com distribuição da Pandora Filmes. A produção é da Okna Produções.


O longa está disponível nas seguintes praças São Paulo, Santa Cruz do Sul, Porto Alegre, Vitória, Mossoró, Brasília, Rio de Janeiro, Maringá, Pelotas, São Leopoldo, Londrina, Joinville, Caxias do Sul, Balneário Camboriú, Alfenas, Altamira, Araras, Bragança Paulista, Marabá, Mineiros, Pouso Alegre, Rio Verde, Serra Talhada, Fortaleza, Aparecida de Goiânia, Belém, Jundiaí, Natal, Maceió, Nova Prata, Erechim, Bento Gonçalves, Blumenau, Santa Maria, São José do Rio Preto, Ribeirão Preto, Florianópolis, Petrópolis, Angra dos Reis, Resende, Macaé, Tubarão, Volta Redonda, Canoas, Curitiba, Guarulhos, Belo Horizonte, Recife, Niterói, Campinas, São José dos Campos, Osasco, Vila Velha, Contagem, Nova Friburgo, Itajubá e Lorena. A classificação do filme é Livre.


No longa, Papai Noel (José Rubens Chachá) recebe uma carta de Jonas (Caetano Rostro Gomes), um menino órfão de 8 anos que vive em uma casa de acolhimento, e indaga sobre como é a vida de Noel quando não está entregando presentes, o que o deixa muito emocionado. O menino também revela que nunca recebeu presentes no Natal. Esta é a motivação que faz Noel viajar ao Brasil para descobrir este mistério, afinal, ele sempre entregou os presentes de Jonas.


Com roteiro assinado por Gibran Dipp e Gustavo Spolidoro, UMA CARTA PARA PAPAI NOEL teve uma pré-produção bastante cuidadosa investindo na fase de pesquisas para trazer ainda mais veracidade à trama. Foram feitas diversas visitas a casas de apoio, entrevistas com crianças, e muitas delas estão, inclusive, no elenco de apoio do filme.


Já o elenco infantil principal partiu de um mapeamento de 400 jovens atores e atrizes, que passaram por um longo processo de testes, coordenados pelo ator e professor Adriano Basegio. Foi daí que as cinco crianças protagonistas e as dez coadjuvantes foram selecionadas.


“Com a turminha selecionada, tivemos mais três meses de preparação do elenco. Eu e o Adriano elaboramos diferentes exercícios, jogos, brincadeiras e, aos poucos, fomos chegando nos personagens. O Adriano trouxe um processo que eu defini como uma espiral. Íamos circundando o personagem até o momento que chegávamos nele. Nessa hora, as crianças já estavam prontas, e aí não era uma questão de decorar uma fala, mas de viver o personagem”, explica Spolidoro.


Ele também aponta que o maior desafio foi olhar o roteiro do ponto de vista de uma criança, mas sem deixar de lado os adultos que irão ver o filme. “Eu (e o Gibran, e a equipe) tentei trazer a minha criança interior para tudo, torcendo para que as crianças de hoje, quarenta anos depois, ainda guardem alguns dos mesmos encantamentos que eu tive na minha infância.”


Spolidoro e a produtora Aletéia Selonk, da Okna, têm uma parceria de mais de 15 anos, quando lançaram juntos o primeiro longa do cineasta. “Para mim, não ter a responsabilidade de produzir meu próprio filme, o que fiz em quatro dos sete longas que dirigi, me traz um grande alívio, pois consigo focar no processo de direção e tenho certeza que a produção estará sendo construída da melhor maneira. É uma troca de confianças e criações que já tem novos paradeiros após o longa de Natal”, aponta o cineasta.


Já Aletéia destaca a importância de produções que também visem o público infantil, não apenas para demandas de mercado, mas também para a formação de público. Além disso, UMA CARTA PARA PAPAI NOEL lhe permitiu levar ao cinema um personagem que lhe é importante desde a infância.


“Criar esse mundo lúdico e encantado foi a parte mais divertida do projeto e a mais desafiadora também. Eu sabia que o universo proposto pelo roteiro precisava de mais e mais camadas criativas vindas das outras áreas. Foi com essa demanda que busquei reunir talentos com diferentes competências e experiências em suas áreas para compor nossa equipe criativa. Em conjunto com a Direção, e também com a Arte, a Fotografia, o Som direto, estivemos muito próximos buscando o melhor para o projeto e o melhor para o desempenho dos núcleos criativos. Essa mesma rotina foi empregada para a pós-produção, que teve início na pré-produção, pois temos muitos efeitos visuais e a inserção de músicas na gravação de algumas cenas”, explica a produtora.


Chachá, que vive a figura mítica do Papai Noel, aponta que trouxe ao filme não apenas os elementos típicos do personagem, “como doçura, uma barba branca e muito ho-ho-ho!” . Mas o diferencial de seu Bom Velhinho é a humanidade.


“O nosso Papai Noel tem uma certa dose de angústia por se sentir esquecido no restante do ano. Ninguém se lembra de sua figura e nem se importa como ele vive e sofre com este esquecimento. A forma como ele ganha contornos de um homem real, longe da mitologia natalina, faz com que o vejamos de maneira quase inédita, vivendo aventuras e emoções quase como um super-herói improvável. Daí este desafio ser tão surpreendente e delicioso de se viver”, conta o ator.


UMA CARTA PARA PAPAI NOEL conta com financiamento da ANCINE através do FSA - Concurso de produção para Cinema 2018 modalidade A. Ainda na etapa de desenvolvimento o projeto foi um dos dez selecionados para participação no pitching no Mercado de Ideias Audiovisuais – INTERNACIONAL – em 2018, em São Paulo.


Foto: Divulgação

Sinopse

Jonas, um menino órfão de 8 anos que vive em uma casa de acolhimento, nunca ganha presente no Natal. Preocupado, ele escreve uma carta para Papai Noel, mesmo que seus amigos Beca, Pri, Alana e Cabeleira debochem da ingenuidade: ”Só o Jonas pra acreditar que esse ano ia ser diferente. Papai Noel só vai na casa de quem tem dinheiro, família, essas coisas”. Ao receber a carta de Jonas perguntando sobre o que Noel gosta de fazer, de comer e como é sua vida quando não é Natal, Noel se emociona. Jonas conta que nunca recebe presente no Natal e, então, Papai Noel entra em ação para descobrir o motivo. Noel se disfarça de Leon - o Conserta-Tudo e, junto com Maria Noel e com a ajudante Tata, parte para investigar o mistério. Enquanto explora a casa de acolhimento, Noel começa a ser vigiado por Léia, a diretora do lugar. Léia começa a desconfiar de Noel, criando dificuldades para ele e a garotada. Noel e as crianças criam um forte laço de amizade, mas a construção dessa cumplicidade será repleta de obstáculos. Nessa jornada, todos irão redescobrir o verdadeiro significado do Natal.

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