top of page
Buscar

Japão, uma experiência para a vida!

Por Paulo Panayotis


Sky Tree, em Tókio: torre mais alta do Japão

Tókio/Japão – De repente, você se dá conta que está do outro lado do mundo! E confuso com o fuso horário de 12 horas em relação ao Brasil. Impossível em apenas uma coluna, um artigo, descrever o que é viajar para o país do sol nascente. Sempre foi meu sonho. Cheguei a tirar o visto. Agendei a viagem por três vezes e, na hora ´H´, não dava certo. Desta vez deu! E com o apoio do governo japonês, leia-se do JNTO, a Organização Nacional de Turismo Japonês. Assim, esta é a primeira reportagem de uma série sobre este destino que, seguramente, todos deveriam conhecer ao menos uma vez na vida.


Quando ir, o que ver, qual roteiro seguir?


Sabia que queira conhecer Tokio e o Monte Fujiyama, Fuji para os íntimos. Mas o que mais? E, mais angustiante ainda, quantos dias ficar? Sabia que existia um escritório de turismo do Japão aqui em São Paulo, no início da Av. Paulista. Com o apoio do JNTO e da simpática e profissional jornalista Patrícia Melo, Assessora de Imprensa do turismo japonês, passei dois dias elaborando o roteiro com eles e outros sete afinando e pesquisando sobre os destinos. Ao final, decidi que seriam 11 noites e que conheceria Tóquio, Kawaguchico (Monte Fuji), Kyoto (antiga capital imperial) e Kanazawa (conhecida como a cozinha do Japão). A última noite seria, providencialmente, em Narita e, já, já, vocês saberão o porquê. Nos próximos artigos, vou detalhar cada um destes destinos mágicos que, seguramente, jamais esquecerei.

Monte Fujiyama, visto da região de Kawaguchico.

Tóquio e a chegada após 24 horas de voo!


Não é para os fracos nem para aqueles que não tem espírito de aventura e sede de conhecimento. É preguiçoso? Desista. É comodista? Não vá! Se satisfaz com obviedades e hotéis cinco estrelas? Não é para você! Começa que, obviamente, não há voos diretos para o Japão. E a opção menos demorada é via EUA. São 11 horas indo por Dallas, no Texas. Há opções via Europa e Oriente Médio. Todas mais longas e demoradas. Eu fui via EUA. De Dallas, no Texas, são mais 13 horas até o aeroporto de Narita. Se tiver tempo e orçamento folgado, sugiro dormir um ou dois dias (na ida e na volta) na sua conexão, seja ela nos EUA, Oriente Médio ou Europa. Se não, um belo banho na conexão fará a diferença entre a “vida e a morte” na chegada ao Japão. Ah, o fuso horário, em relação ao Brasil, como você bem sabe, é de 12 horas!

Sushi e Sashimi em Kyoto: aparência semelhante, mas sabor completamente diferente do brasileiro

Hospedagem, JR pass, Suica e Ienes


Ficar em bons hotéis é fundamental, especialmente se você não é mochileiro e já entrou nos `enta` (quarenta, cinquenta, sessenta anos de idade). E mandatoriamente com café da manhã incluído. Sair do hotel com uma bela refeição e baterias carregadas é meio caminho andado para um dia excepcional. Ao menos para mim! Vai conhecer mais de dois destinos? O Japan Rail Pass, o bilhete que dá direito a infinitas viagens nos trens bala é imperativo. Se for apenas para Tokio e mais um destino, como Kyoto, por exemplo, estude bastante se vale a pena. Detalhes no próximo artigo.

Trens-Bala que fazem parte do JR Pass

Compre um cartão SUICA assim que desembarcar no aeroporto e carregue ele com no máximo 5 mil ienes, algo em torno de R$ 180,00. Ele será sua salvação em muitos deslocamentos entre os metrôs, ônibus e os trens-bala. Leve ao menos 30 mil ienes do Brasil e dólares ou euros para trocar lá. E, se for sem guia, como eu fui, pelo amor de Deus: não se esqueça de baixar em seu smartphone os santificados Google Maps e Google translator (Google mapas e Google tradutor). Saibam, caros amigos, que vocês não serão absolu-tamente nada, repito, nada, sem eles! Ah, e claro, um cartão de crédito para eventualidades ou caprichos, né? Nos próximos artigos: como foi a minha e como poderá ser sua primeira viagem ao Japon, né? Garanto: uma experiência para a vida!

Jornalista Paulo Panayotis com representante do JNTO em São Paulo: planejando a viagem!

Fotos: Paulo Panayotis

Viajou com apoio do JNTO e Casa do Chip.




Paulo Panayotis é jornalista profissional, ex-correspondente internacional de Tv, escritor e viaja com patrocínio e apoio Avis e Universal Assistance (ppanayotis@oquevipelomundo.com.br)



Comments


bottom of page