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Hospitalidade, conforto e gentileza: Le Littré encanta viajantes brasileiros em Paris

Por Paulo Panayotis


Paris - França - São sete horas da manhã. Madame Bähler já está na recepção. “Bonjour Monsieur/Dame... Bom dia senhor e senhora, tudo bem? Ela cumprimenta a mim e a jornalista Adriana Reis. Descemos de nossa suíte para uma entrevista marcada com ela. Objetivo: falar da hotelaria pós pandemia e de Paris na retomada dos negócios após dois anos de Covid 19 pelo mundo.

Madame Geneviève Bähler - proprietária do hotel Le Littré

"Estamos com uma dificuldade muito grande de conseguir mão de obra qualificada” afirma madame Bähler, proprietária do hotel Le Littré, estrategicamente localizado na rue Littré, 9, em Paris. Após a pandemia, completa ela, percebemos que muita gente não quer mais retornar ao ritmo alucinado com o qual muitos hotéis funcionavam, não só em Paris, mas em todo o mundo. Verdade verdadeira! Muitos se acostumaram com os recursos concedidos pelo governo para a grande maioria dos trabalhadores franceses enquanto permaneciam em casa. Outros, creio eu, perceberam que há vida mais interessante do que intermináveis finais de semana de plantão. Outros ainda, notaram, chocados, que eram mortais e refletiram sobre a razão de trabalhar tanto se a morte pode vir a qualquer momento, como aconteceu na pandemia.

Jornalista Adriana Reis na suíte do hotel le Littré: vista para a torre Eiffel!

Concordo! Até por isso, bem antes do surgimento das reservas online e dos grandes portais de comparação de preços na hotelaria, sempre preferi reservar diretamente nos hotéis ou comprar passagens aéreas diretamente nas companhias aéreas. Ou escolher um agente de viagem de confiança que cuida de toda a viagem. Jornalista que sou, sempre fui “desconfiado” diante de promoções mágicas, preços incrivelmente baixos para hotéis incrivelmente luxuosos e outras ofertas imperdíveis.Vejam o que acaba de acontecer com a plataforma Hurb (antigo Hotel Urbano): vendeu mais do que podia, embolsou o dinheiro de milhares de viajantes e o CEO e fundador da plataforma online “foi viajar” Este sinal de alerta acendeu para mim quando a operadora turística britânica Thomas Cook faliu em 2019. Gigante centenária do turismo mundial, faliu! Sim, faliu e deixou milhares de passageiros literalmente a “não ver navios”.

Bela vista de uma das suítes do hotel Le Littré

Isto sem contar com eventuais micos que incluem escolher hotéis maravilhosos virtualmente e péssimos pessoalmente. Por isso, sempre que possível, me hospedo em locais conhecidos, como o hotel Le Littré, em Paris. De estilo mais despojado, sem ser moderninho, sempre, repito, sempre haverá alguém na recepção, dia ou noite, para falar pessoalmente com você, resolver seus problemas, atender seus pedidos, dar dicas ou simplesmente dizer “Bom dia! Tenha um bom passeio.”

Gentileza e doçura logo na chegada

Com acomodações renovadas, atendimento em português e um café da manhã espetacularmente farto para os padrões europeus, este é um dos hotéis mais procurados pelos brasileiros em Paris. Por quê? Muitas razões, mas, acima de tudo, atendimento personalizado, individual e humano. E além do mais, oferece quartos e suítes enormes comparados com outros hotéis semelhantes na capital francesa. Este “quatro estrelas”, estrategicamente localizado entre Montparnasse e Saint-Germain-des-Prés, tem ainda elevador, três acomodações adaptadas com acessibilidade total para pessoas com mobilidade reduzida, 35 quartos standard (20 m2), 23 quartos categoria superior (20 a 25 m2) e 21 suítes de luxo (30 a 35 m2).

Iluminada, a torre Eiffel flutua magicamente na sacada da suíte.

Sempre que disponível, me instalo gostosamente na suíte que tem terraço e vista para ela, a torre Eiffel! Ao lado de restaurantes badalados, lojas, bares, museus e da estação de metrô e trens Estação Montparnasse, minhas estadias por lá são sempre memoráveis. Primeiro porque voltar para Paris, como faço há três décadas, é simplesmente divino. Segundo porque, ser atendido com delicadeza, cuidado e gentileza numa cidade conhecida por atendimentos nem sempre gentis, vale cada centavo do que se paga. E para completar, dentro da disponibilidade, o check in pode ser antecipado. Depois de deixar as malas e se preparar é só ir flanar por Paris...

Jornalista Paulo Panayotis trabalhando na sacada no hotel Le Littré

O jornalista se hospedou a convite no hotel Le Littré representado no Brasil pela CC Hotels (www.cchotels.com.br) e viajou com seguro Universal Assistance e chip da A Casa do Chip

Fotos: Paulo Panayotis & Adriana Reis

Paulo Panayotis é jornalista profissional, ex-correspondente internacional de Tv, escritor e viaja com patrocínio e apoio Avis e Universal Assistance.


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