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Exposição “Arte é bom” encerra temporada no MIS

A mostra que permite interação com obras assinadas por grandes nomes da arte contemporânea, como Hélio Oiticica e Lygia Clark, pode ser visitada até o dia 15

Obra “GAL” de Hélio Oiticica. (Imagem: Divulgação/Agência Galo)

A exposição “Arte é bom” entra em sua reta final de exibição no Museu da Imagem e do Som (MIS), instituição pertencente à Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo. A mostra, que encanta crianças e adultos, recebeu quase 2 mil visitantes só na última terça-feira, 3 de janeiro, tendo ocupação máxima e batendo recorde de público. Os ingressos podem ser agendados pelo www.mis-sp.byinti.com.


“Arte é bom” conta com mais de 25 obras participativas, entre instalações, objetos manipuláveis, atividades imersivas e vídeos. Além de divertir, algumas das obras são um tanto intrigantes. Em “Risadas cósmicas”, de Marcos Chaves, quando o visitante passa pela peça (uma pedra que pode ser escalada) começa a ouvir o som de várias gargalhadas.


O balanço “Lá”, da artista Brígida Baltar é outra obra que chama a atenção, em especial, das crianças. Enquanto “voa” de um lado para o outro, o visitante contempla um céu azul cheio de nuvens projetado no espaço. A diversão continua em “Brinkedo”, de Emanuel Nassar. Reeditado em grandes proporções, o trabalho consiste em diversas figuras geométricas coloridas moldáveis, formando diferentes “paisagens”.


Já no maior espaço da exposição, uma sala com mais de 8 metros de altura, o público confere uma versão inédita da obra “Colloquium” da artista Regina Silveira. Trata-se de uma instalação imersiva com imagens de insetos gigantes projetados sobre os pisos e as paredes. Quando o visitante se movimenta, os “insetos” reagem se movimentando e emitindo sons. A mostra também resgata a divertida videoinstalação “7 artistas” de Raul Mourão. O trabalho recupera uma experiência de 1995 na qual Raul convidou outros artistas para uma performance radical. Todos eles acabaram literalmente pendurados nas paredes, com os movimentos limitados. As cenas são engraçadas, mas também fazem o expectador refletir sobre limites e regras.


Obras de Hélio Oiticica e Lygia Clark, referências da arte contemporânea, também estão presentes na exposição, que conta com a participação de Arnaldo Antunes, Artur Lescher, Beatriz Milhazes, Brígida Baltar, Carlito Carvalhosa, Coletivo Ali-Leste, Denilson Baniwa, Emmanuel Nassar, Ernesto Neto, Franklin Cassaro, Guto Lacaz, Lenora de Barros, Marcia Xavier, Marcos Chaves, Mari Stockler, Odaraya Mello, Raul Mourão, Regina Silveira, Rochelle Costi, e Rommulo Vieira Conceição.


Apresentada pelo Ministério do Turismo e BB Seguros, por meio da Secretaria Especial da Cultura - Lei Federal de Incentivo à Cultura, com patrocínio da ArcelorMittal e apoio da BIC, “Arte é Bom” tem realização da Dueto Produções e curadoria de Têra Queiroz e Daniela Thomas.

Exposição: Arte é bom

Funcionamento: de terça a sexta das das 11h às 19h (com permanência até as 20h); sábados, domingos e feriados das 10h às 18h (com permanência até às 19h);

Local: Museu da Imagem e do Som (MIS)

Endereço: Av. Europa, 158, Jd. Europa – São Paulo/SP

Ingressos: R$ 40 (inteira); R$ 20 (meia-entrada). Gratuito às terças-feiras. (reservas a partir de 26/09) Mais informações pelo site: www.mis-sp.org.br.

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