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  • Redação JBA

Conheça as competências que o mercado de trabalho vai exigir no pós-pandemia

O profissional que se adaptar às mudanças aumentará suas chances de conseguir uma vaga

As relações de trabalho e o formato das organizações estão sendo alteradas drasticamente com a covid-19. Grande parte das empresas intensificou o uso da tecnologia no cotidiano e o universo digital ganhou força total. "Sob essa nova perspectiva, algumas habilidades passaram a ser mais desejadas no mundo do trabalho", explica Aliesh Costa, CEO da Carpediem RH, referência nacional na área de Recursos Humanos.

Para aumentar as chances de conseguir emprego e se manter no mercado, conheça três habilidades que passaram a ser mais requisitadas pelas organizações no pós-pandemia, segundo a CEO da Carpediem.


1. Inovação. As organizações vão precisar, cada vez mais, de colaboradores que atuem de forma inovadora e criativa, que agreguem especializações que vão além das suas áreas de formação. "É importante reinventar-se, procurando por novos conhecimentos, como cursos de atualização, assim como adotar estratégias diferentes. É hora, por exemplo, de romper com velhos hábitos e sistemas obsoletos", explica Aliesh Costa. "Essas atitudes serão essenciais para atender às novas demandas da sociedade.”


2. Inteligência emocional. Essa é a habilidade do ser humano que indica sua aptidão em lidar com as próprias emoções e, também, com os sentimentos e comportamentos do outro. "Agora que as interações estão sendo em grande parte mediadas por tecnologia, a capacidade de ouvir e de se conectar emocionalmente com as pessoas ganhará ainda mais importância", explica Aliesh Costa. E a CEO faz também um alerta: "não há como falar sobre controle e reconhecimento das emoções sem abordarmos a questão do autoconhecimento. Quanto melhor eu me conheço, mais eu tenho condições de me gerenciar. Esse é o primeiro passo para o desenvolvimento da inteligência emocional", explica a CEO.


3. Auto- liderança: muitas empresas incorporaram em 2020 o home office, formato inovador e que já virou uma realidade e forte tendência nas contratações. Porém, o modelo necessita um profissional com mais autonomia. "O home-office de alta performance requer desenvolvimento tecnológico e autogestão, que serão essenciais daqui para frente, para todos os colaboradores", afirma Aliesh. "Por isso, é importante manter-se conectado com as mudanças do mercado de trabalho impulsionadas por ferramentas digitais.”

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