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  • Redação JBA

Bebê prematuro: o que é preciso saber quando recebe alta

Via Assessoria

Imagem: Freepik

O momento da alta de um bebê prematuro é acompanhado de sentimentos muito intensos e diversos por parte dos pais e familiares. Alegria, alívio, ansiedade, medo e cansaço são emoções frequentes para os pais dos bebês prematuros muito pequenos, que podem ficar internados por um tempo muito longo, de três a quatro meses, ou até mais. É também um momento de muitas dúvidas.


A proximidade e o vínculo entre a família e a equipe cuidadora (neonatologistas, enfermeiros, fisioterapeutas, fonoaudiólogos e outros profissionais), construídos no dia a dia, facilita a programação da alta, que começa a ser organizada com bastante antecedência.


“São muitos os critérios para a alta de um prematuro e uma família confiante e preparada para levar seu bebê para casa é um deles, sendo tão importante quanto alcançar um peso mínimo seguro, por exemplo”, diz a pediatra Juliana Bottino Navarro, membro do Departamento de Neonatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP).


Ela afirma que com a compreensão de que há critérios muito claros para a alta segura, os pais e toda família aprendem e entendem que todo o cuidado precisa continuar após a alta, e sua importância nesse processo, juntamente com a equipe de profissionais.


“É fundamental que a família saiba que o acompanhamento do seu bebê pós-alta é tão importante quanto foi a sua internação na UTI e que esse seguimento rigoroso, com pediatra capacitado e tantos outros profissionais, poderá fazer toda a diferença na qualidade de vida do bebê”, conclui a neonatologista.

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