Buscar
  • Redação JBA

“As mulheres estão cada vez mais livres no que diz respeito à moda”, diz stylist internacional Naty

Naty Kuprian defende que a moda pode auxiliar na autoconfiança das mulheres e incentivar o empoderamento feminino

Naty Kuprian (Imagem: divulgação)

No dia a dia, as peças de roupas que escolhemos vestir dizem mais sobre nós do que imaginamos. Elas refletem nosso humor e sentimento sem que a gente pense a respeito na hora de compor o look. Além disso, nosso visual também pode transformar a visão que temos de nós mesmos, impactando diretamente a nossa autoestima e autoconfiança.


Vários profissionais da moda defendem essa ideia, incluindo a stylist internacional Naty Kuprian. “Tudo o que somos e pensamos acaba se refletindo na roupa, de uma maneira ou de outra, através de uma cor, de uma estampa ou de uma forma, por exemplo. As roupas mostram muito a personalidade das mulheres, como elas se sentem e qual a mensagem que elas querem passar”, explica a especialista.

“Até mesmo uma lingerie sexy pode transformar o bem estar de uma mulher, ao fazê-la se sentir linda, confiante e amada. Por isso, a maneira de nos vestirmos parece boba, mas não é, já que influencia as nossas vidas em aspectos tão importantes”, acrescenta.


Naty diz que essa autoconfiança gera um sentimento de empoderamento nas mulheres. Através do universo fashion, elas podem seguir tendências e quebrar os padrões dessas novidades, criando um estilo próprio para elas.


“É preciso a compreensão de que o modo de se vestir é sobretudo um espelho do eu interior. Acredito que as mulheres estão cada vez mais livres no que diz respeito à moda, mas não só isso. Esse comportamento é observado em todos os aspectos da vida. Vestir-se bem, estar antenada com os trends do momento e ser livre para usar a peça que quiser, são alguns dos desejos das mulheres contemporâneas atuais”, afirma a stylist.


Além de contribuir para o empoderamento feminino por meio da autoestima, a moda também se mostra uma área na qual as mulheres empreendedoras têm espaço. Ao promover independência financeira, a moda se mostra aberta para o empreendedorismo feminino.

“A independência financeira é um processo. Quando despertamos para o autoconhecimento, aprendemos a rentabilizar o que amamos e sabemos fazer. Lembra daquele seu talento por customização, crochê, bordado? Por que não montar algo e fazer dinheiro em cima disso? É algo que pode ajudar muito na independência financeira no ramo da moda, sem precisar de um alto investimento inicial”, indica.


Mesmo sendo um universo majoritariamente feminino, o meio da moda ainda reproduz machismo, assim como outros setores da sociedade. Demorou muito para mulheres como Coco Chanel conquistarem respeito e reconhecimento no século XX, por exemplo. Naty acredita que ainda há certo preconceito, mas que isso tem melhorado nos últimos anos.


“Ainda há diferença entre os profissionais da moda que são homens e mulheres, seja em relação à diferença de salários ou posição de trabalho. Mas o fato é que uma mulher que tem independência financeira e controle das suas finanças pode assumir o controle da sua vida, fazer suas próprias escolhas e bancá-las”, opina.


“A nova geração está aprendendo a lidar com os preceitos feministas de alguns anos para cá. As mulheres não necessitam mais da aprovação masculina para se vestirem e trabalharem com o que gostam. Elas estão cada vez mais livres para serem quem quiserem ser.”

1 visualização0 comentário

Receba nossas atualizações

Siga nossas redes

  • Facebook - Círculo Branco

Copyright ©2020. Todos os Direitos Reservados 

Desenvolvido pela Redação do Grupo JBA

São Paulo - Brasil

joba@greco.com.br