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A Bíblia é o livro de Deus, lido pelas almas dos santos

Por Fernando Jorge


Foto: Photosky

Sim, sou bibliólogo. Esta palavra, bibliólogo, não foi inventada por mim e vou explicar o que ela significa.

Assim como existe o sociólogo, o conhecedor da natureza, das características das sociedades, dos agrupamentos humanos, existe o bibliólogo Fernando Jorge.


Assim como o arqueólogo, o estudioso dos monumentos antigos, das ruinas soterradas, dos edifícios das velhas civilizações, existe também o bibliólogo Fernando Jorge.


Assim como existe o psicólogo, o analista da alma humana, das nossas reações emocionais, existe também o bibliólogo Fernando Jorge.


Chega! Não quero abusar da paciência dos meus queridos leitores. Pare, Fernando Jorge, pare imediatamente e diga logo o que significa o substantivo bibliólogo, não inventado por você. Vamos, explique.

Está bem. Explico e não complico, pois gosto de ser claro como é claro o Heródoto Barbeiro, incapaz de ver as coisas só pela aparência. Sou bibliólogo porque leio a Bíblia diariamente, e a conheço de modo profundo. Não é mentira, posso provar.


Tenho muitos defeitos, reconheço, mas garanto, não sou vigarólogo, um mestre em vigarices...


A Bíblia é o livro de Deus, lido pelas almas dos santos no jardim do Paraíso, sob o som das harpas dos anjos.




Fernando Jorge é jornalista, escritor, dicionarista e enciclopedista brasileiro. Autor de várias obras biográficas e históricas que lhe renderam alguns prêmios como o Prêmio Jabuti de 1962. É autor do livro “Eu amo os dois”, lançado pela Editora Novo Século.


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